31 de mai de 2011

No parque do amor!

por Marco Nascimento


Fico horas na fila, a espera de viver aquela sensação de liberdade, de aventura, de adrenalina. Quase desisto, mas depois de esperar sigo em frente. É uma grande emoção, uma mistura de medo e vontade. Sentimentos a flor da pele.

Logo vem a primeira subida. Meu coração dispara. A empolgação é total. Aproveito cada segundo, sem pensar no que vem prela frente. Sem saber o que pensar, vivo a adrenalina do momento, como se ele fosse único, inesquecível.

A primeira queda é a pior. Parece que estamos sem proteção, sem segurança e que vamos bater com a cara no chão. Um sentimento de “não quero mais” toma conta de mim, mas ainda há um caminho a ser seguido. Ainda há emoções a serem vividas.

Nas próximas subidas e descidas estou mais calmo, mais tranqüilo, ou melhor, mais preparado, mas mesmo assim ainda sinto aquela empolgação na subida e o medo da descida. Sinto a adrenalina de estar em uma montanha russa em alta velocidade. Em arriscar-me e deixar-me sentir aquela adrenalina toda.

E é assim, como uma montanha russa que meu coração vive. Cheio subidas e descidas, em adrenalina pura. Em uma mistura de emoções, mas sempre disposto a aventurar-se pelo parque do amor.

Abraços!

30 de mai de 2011

Ontem chorei...

por Jucemara Oliver


Ontem chorei por tudo o que eu queria ser e não sou...

Ontem chorei porque eu descobri que as pessoas se esquecem muito rápido umas das outras...

Ontem chorei porque eu descobri que as pessoas não sentem a minha falta tanto quando eu sinto delas...

Ontem chorei porque eu descobri que nem tudo na vida são flores...

Descobri que muitas vezes temos que sofrer para aprender a dar o devido valor à vida...

Ontem chorei porque descobri que muitas vezes os nossos problemas são causados por nós mesmos....

Ontem chorei porque estou cansada não estava a aguentar mais não chorar...

Ontem chorei por todos os dias em que eu não chorei por medo de deixar alguém preocupada comigo...

Ontem chorei por tudo o que eu deixei de falar por medo de magoar alguém...

Ontem chorei um choro calado, um choro escondido, mas um choro que deixou-me muito mais tranquila...

29 de mai de 2011

Que roupa?

por Jorge Romero


Com certeza ontem à noite antes de sair, você (na grande maioria mulheres) olhou para o guarda roupa trocentas vezes e comenta “não tenho nada para vestir”. Outras pessoas olham e até acham, mas pra você não está bom. Acertei?

Tive esta crise tem poucas semanas e distribui várias peças que não me serviriam mais e ganhei, sim ganhei, fiz aniversário mês passado e os amigos me deram roupas, com isso troquei meu guarda roupa. Até aí nada demais, mas já reparam como tem pessoas que compram roupas e não usam e ficam fazendo volume e só juntando poeira ou mesmo peças antigas que não combinam mais com a personalidade. Dica simples e fácil, dê para quem precisa. Só não pode estar em ruim estado.

Nunca segui tendência de moda. Até dou um olhada, mas não como regra. Adolescente que gosta disso, todos usam o mesmo tipo de tênis ou celular...

Apesar de não ter preconceito com idade, dependendo é legal vestir coisas que combinam com uma faixa etária.

Única tendência boa que todos devemos seguir é da educação e respeito tão em falta...

Bom domingo!

27 de mai de 2011

PERCURSO

por Mariana Perez


Relógio despertando, cama, edredom, chinelo. Banheiro, chuveiro, shampoo, escova de dente, toalha, chinelo. Hidratante, rímel, lápis, batom. Vestido, sandália, espelho, chaves do carro. Escritório, água, papéis, candidatos. Água, testes, telefone, água. Almoço, restaurante, coca-cola, sobremesa. Carro, árvores, carros, semáforos. Escritório, água, MSN, Orkut. E-mail, Ih Falei, água, banheiro. Papéis, canetas, pessoas, sites. Água, bolacha de sal, e-mail, telefone. Fecha a janela, bolsa, chaves do carro, calor. Casa, gatos, pão com queijo, escova de dente. Carro, estacionamento, faculdade, catraca. Aula, lousa, papéis, anotações. Explicações, esboços, pensamentos, idéias. Sanduíche natural, biblioteca, água, sala. Aula, conversas, telefone, anotações. Escada, catraca, estacionamento, carro. Caminho, música, faróis, portão. Cadeado, garagem, mãe, saudade. Sala, sapato, TV, sofá. Jantar, suco, doce, conversas. Banheiro, chuveiro, escova de dente, chinelo. Quarto, tapete, edredom, luz apagada!


Um final de semana iluminado ♥

26 de mai de 2011

Eu me permito!

por Marco Nascimento


Eu me permito acordar quase sempre de mau humor ou ficar bravo se alguém me acordar. Me permito ter pra mim, somente pra mim, pelo menos os 10 primeiros minutos do meu dia, sem a necessidade de falar com alguém. Apenas comigo.

Me permito tomar de café da manhã um copo de leite cheio de Nescau, e como acompanhamento comer um pão com manteiga, no momento em que leio o jornal. Me permito também entrar na internet, atualizar meu Orkut e ver o que acontece no Twitter. Às vezes passando pelo Facebook.

Me permito comer bata frita mais que uma vez por semana. Tomar coca cola todos os dias e desejar que a noite chegue, para que eu possa tomar mais um copo de leite com Nescau. Me permito a gostar de Tonyu, tomar dois ou três Yakults por dia e ainda comer bolacha recheada.

Me permito ficar em casa em um feriado prolongado, não querer ir para a balada ou apenas ler um bom livro no final de semana. Mas às vezes me permito fazer tudo ao contrário do que disse antes.

Me permito ouvir duas ou mais vezes no mesmo dia o CD da Sandy, e ficar imaginando quando ela irá me responder no Twitter. Me permito assistir o mesmo filme sempre, e rir com o Kevin em Esqueceram de Mim.

Me permito escolher qual caminho seguir. A trocar o certo pelo duvidoso. A amar sempre que achar necessário. A sorrir e chorar por um alguém. Me trancar em meu quarto e sentir sozinho a dor que em meu peito arde. Me permito sorrir, chorar, errar e acertar. Me permito aprender com o ontem, viver o hoje e fazer planos para o amanhã.

Me permito colorir meu dia com as cores que eu queira, dançar fora do ritmo, sorrir sem parar. Me permito viver, apenas viver, pois o meu objetivo é apenas me permitir ser feliz!

Abraços!

25 de mai de 2011

Recomeçar é preciso

por Fabi Prado


Antes de passar por uma situação que exigiria o recomeço, eu sempre achei que “recomeçar era para os fracos”. Sim, pensava eu que o recomeço não seria necessário jamais em minha vida. Parta de onde parou. Prá que recomeçar??? Recomeçar era covardia eu achava. Coragem era partir de onde se havia parado, seja o que fosse que tivesse acontecido.

Só hoje, diante da necessidade de um recomeço, vejo que eu estava errada.

Recomeçar é preciso. Sempre e quantas vezes for necessário.

Partirmos do ponto que paramos, mas recomeçando o caminho é de fundamental importância para conseguirmos caminhar novamente com firmeza nos passos e leveza na alma. Recomeçando passamos a ver coisas que antes não víamos. E não, não é andar pra frente sem olhar pra trás. Isso não é recomeçar. Recomeçar é andar pra frente, guardando as coisas que ficaram pra trás, mas seguindo um caminho que será novo.

Quem recomeça, recomeça porque lhe falta algo e precisa seguir adiante ainda assim. Recomeça porque precisa ir em frente sem alguém ou sem alguma coisa e mesmo assim precisa tentar ser feliz novamente. Recomeça porque precisa encontrar-se no caminho, precisa reconhecer-se, amar-se novamente depois de alguns tombos. Quem recomeça, recomeça porque necessita de uma nova sequência de vida.

Recomeçar é essencial na vida de qualquer pessoa. É corajoso recomeçar. Olhar pra tudo o que passou e começar novamente, mesmo que machucados, sozinhos ou amargurados. A necessidade do recomeço está em tudo. Até os animais recomeçam. Até os vegetais recomeçam. Tudo sempre recomeça.

Perdeu um ente querido, saiu de um relacionamento, saiu do emprego, perdeu o seu animalzinho de estimação, roubaram o seu carro, ficou com seqüelas de um acidente... Não importa qual ausência você sentirá pelo caminho, não importa quanta dor e decepção você encontrará na sua vida... O que importa é a arte do recomeço, a arte de acreditar que tudo pode ser melhor, a naturalidade do “começar de novo” de maneira diferente e sim, com aquela dor que te consome, mas percebendo a essencialidade de partir daquele ponto e ir em frente.

Recomeçar não é fugir do sofrimento que uma situação lhe impõe. É reinventar-se diante disso. É uma metamorfose. É a superação das adversidades durante o caminho. Ainda que haja arrependimentos, culpas ou frustrações, temos que lutar pra isso ser irrelevante. A capacidade de renovar-se deve ir além de todas as dores da alma.

Fácil eu sei que não é, mas é preciso, afinal a vida sempre continua.

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até semana que vem, se Deus quiser.

24 de mai de 2011

Vinte e poucos anos!

por Marco Nascimento


Aos 05 anos eu já tinha aprendido a andar, falar e a segurar minha mamadeira sozinho. Adorava assistir desenho, tomar leite com Nescau e ir à escolinha.

Aos 10 anos a escola já tinha ficado mais difícil e não tinha mais apenas uma professora. Eu brincava na rua com meus amigos, desenhava no chão da calçada e adorava ganhar miniaturas de ônibus de presente. Eu queria ser motorista.

Aos 15 anos eu já havia descoberto o que é o amor. Já tinha me apaixonado enlouquecidamente por alguém, que me fez feliz, me fez descobrir como é ter um grande amor. E que o amor tem sim seu lado feliz, mas que também tem seu lado ruim. Sim, aos 15 eu já havia chorado por amor.

Aos 20 eu já era fã incondicional de Sandy e já tinha assistido ao show de Sandy & Júnior aqui em Bauru. Já tinha concluído o colegial, mas ainda não havia prestado vestibular para entrar na faculdade. Já queria ser jornalista (sempre quis). Já havia ido para Florianópolis, Balneário Camboriú e Curitiba.

Amanhã chego aos 25 anos com a certeza que sou feliz, que devo continuar acreditando sempre em minhas verdades e não perder nunca o meu caráter. Que devo acreditar sempre em Deus, e confiar a Ele minha vida.

Chego aos 25 feliz por ter conhecido quem conheci, chorado com quem chorei, amado quem amei. Feliz por ter me arriscado, ter trocado o certo pelo duvidoso, falado e ter ficado calado. Por ter sonhado, realizado alguns sonhos e adiado outros.

Depois dos 25?

Quero continuar feliz. Ouvir muitas músicas da Sandy, fazer novos amigos e continuar com os poucos, porém verdadeiros, que tenho. Fazer minha faculdade, ir para Nova Iorque, comprar meu carro amarelo e poder continuar sonhando sempre.

Obrigado Deus, família e amigos por me fazerem quem eu sou!

Abraços!

23 de mai de 2011

O Que é Amor?

por Jucemara Oliver


O amor é cobrir o céu com cores do entardecer e assistir à beleza efêmera do crepúsculo.

É rasgar o infinito para pigmentar a nossa presença.

Amor é poetar por estas singelas palavras tornando-as mais profundas, encontrar uma paz que não se descreve com meras palavras.

É sentir um formigueiro doce, pungente que me faz sonhar ou até mesmo voar nas asas da metáfora.

É perfumar as palavras com pedaços de estrelas que cintilam no meu peito.

É acariciar o teu ouvido com um doce "amo-te", sabendo que a importância de uma palavra está no seu significado.

Sentir um paradoxo de dor orgásmica que me faz provar o sabor do vento.

Amor é perder-me do tempo, saboreando o nectar dos Deuses.

É medir em segundos o pulso à eternidade.

Amor não se percebe, apenas se sente com o coração.

Amor é desenhar asas!

Amor sim... é pairar acima do mundo!

22 de mai de 2011

Eu Quero

por Jorge Romero


Ser humano é eterno insatisfeito, nunca sabemos de verdade o que queremos, sentimos, procuramos e várias outras coisas que precisamos para a nossa “felicidade”. Nunca sabemos realmente se estamos felizes com aquele relacionamento ou com questões profissionais.

Se encontrar alguém na rua que conhece e perguntar se está bem na grande maioria não responderam isto e sim que vai caminhando, como podem. Que queriam mudar de vida, comentam até a vida do outro que não sabemos nem como vivem, mas como não estamos participando é melhor que a nossa.

Queremos e buscamos tudo para sermos felizes quando mudar de carro, casa, emprego, marido (risos)... serei “feliz” como se felicidade fosse algo fora de nós.

Na verdade buscamos sempre uma maneira para não viver. Como um dia conversando com um psiquiatra ele comentou que nós temos medo de viver por isso enrolamos a tal felicidade que está muito próximo de cada um, ou melhor, dentro de nós.

Vamos ser felizes hoje como se não houvesse amanhã porque na verdade não há... como dizia o poeta.

Falando em felicidade muito bom retornar neste espaço.

Bom domingo!

20 de mai de 2011

Foi o que ficou...

por Mariana Perez

“A verdade é que ainda hesito em dar um nome àquilo que ficou depois de tudo. Porque alguma coisa ficou.”
(Caio F. Abreu)


O blog pra mim, hoje, seria um instrumento de dizer tudo aquilo que muitas vezes me é vetado, ou até mesmo aquilo que nem quero dizer, mas que por algum motivo ou força maior precisa ganhar o mundo.

Sou uma sonhadora nata, e por essa razão minha vida é recheada de saudades nesse percurso, o que acaba por vezes me deixando melancólica e com uma dorzinha lá no fundo, com explicação, mas que no momento não cabem mais nenhum tipo de objeções ou comentários referente ao assunto.

Prometi que não havia mais necessidade de falar sobre tal, mas o que não sabia é que ele ainda poderia voltar nos meus sonhos.

Lembro-me das músicas ouvidas e dançadas juntos, dos almoços, dos jantares, silêncios compartilhados, das intermináveis madrugadas no Fran´s, regados a doses de vodka com citrus, mesmo porque ele dizia que como já estava amanhecendo (mentira, já tinha amanhecido!) se tomássemos energético não iríamos dormir... E quem disse que eu queria dormir!? Imagina... Queria estar alí, degustando de cada momento com ele até o último instante que os meus olhos agüentassem a ficar abertos.

Foi pouco tempo, pouca coisa... mas poucas grandes coisas! Talvez tudo não tenha passado de uma ilusão, ou quem sabe ele possa sim ter sido de verdade, mas a covardia falou mais alto. Mesmo porque se tratando de não arriscar-se não me considero a pessoa mais indicada pra falar do assunto, uma vez que essa foi a primeira vez que consegui fechar os olhos sem pensar no amanhã.

Eu já sabia do final da história, mas não me importava porque eu queria estar com ele... Até o dia em que ainda me fosse permitido.

A raiva, a angústia, a dor, todos esses sentimentos que afetam a alma foram embora... E agora o que me resta é essa saudade de ver aqueles olhos apertados sorrindo pra mim!


Um final de semana iluminado ♥


19 de mai de 2011

Saudades de uma época chamada infância!

por Marco Nascimento


Saudade daquela época em que acordava cedo, tomava meu café, me trocava e esperava a perua escolar buzinar em minha porta. De chegar à escolinha e poder encontrar meus amigos, ansioso pela hora de ir brincar no parque. Na hora da merenda eu gostava de comer macarronada e sabia que “comer, comer, é o melhor para poder crescer”, mas não podíamos comer sem antes agradecer “papai do céu, pela comida que iremos comer”.

Ai que saudade. Como será que estão hoje as “tias” Joana e Conceição? Minhas queridas professoras.

Falando em escola, que saudade de poder assistir Carrossel. Ah como gostava desta novelinha. Eu queria ser um dos alunos da amável professora Helena, além de me divertir muito com Cirilo, Jaime Palilo, Maria Joaquina, Valéria e toda turminha da escola Mundial.

Saudades de poder assistir televisão o dia todo, sempre depois de fazer a lição de casa, é claro, e me divertir com os Smurfs, Ursinhos Carinhosos, Cavalo de Fogo, Capitão Planeta, entre outros. Queria até ser o Ranger azul dos Power Rangers. (risos)

Saudades de quando meus sonhos podiam ser transformados em “realidade” apenas com um giz. Quando na calçada ou no quintal fazia minha cidade dos sonhos, com minhas casas dos sonhos, e com meus carrinhos passeava por ela. Eu e toda minha família. Sim, já pensava em família.

Saudades de correr pela rua brincando de esconde esconde, pega pega, paredão 1 2 3, ou apenas ficar sentado em uma rodinha com amigos para contar piadas e falar besteiras. Ah, adorava o jogo de Bétis também.

Saudades de quando sonhava em ser professor, motorista de ônibus, apresentador ou jornalista. Cada dia uma profissão diferente, um sonho diferente. Tempo em que eu achava ser fácil seguir na profissão dos sonhos.

Eita época boa. Época chamada infância, que me deixa a saudade, a lembrança e a alegria de ter vivido estes momentos.

Abraços!

18 de mai de 2011

O bem sobre quatro patas

por Fabi Prado


Hoje ao sentar pra escrever, subitamente me veio à cabeça uma imagem que ficou muito famosa, na época, na cidade e região aqui de Bauru. Tem, acho que dois ou três meses, e foi capa de um dos jornais daqui da cidade. Uma cachorra de nome Chiquita deu o que falar ao entrar, juntamente com o seu dono, que era suspeito de um crime, dentro da viatura da Polícia Civil. Ele era levado pelos policiais e ela entrou na viatura junto dele e não queria descer, queria ir com ele, seja lá pra onde ele fosse. Ela foi fiel a ele até o último momento e nem se assustou com as figuras policiais vestidas de preto e com revólver em punho, e teve que ser enganada para descer da viatura e assim deixar que levassem o seu dono sem a sua canina proteção.

Quer exemplo maior de amor, fidelidade e doação que esse???

E é sobre isso que vou falar hoje: amor, fidelidade e doação.

E ninguém melhor pra exemplificar isso do que eles: os cães.

Já começo dizendo que quem nunca teve um cão não conhece o amor, tampouco a fidelidade e o prazer da doação.

Nos dias atuais onde mães abandonam filhos recém-nascidos em caçambas ou em banheiros públicos, pais tentam estuprar filhas legítimas e irmãos roubam irmãos, só nos resta acreditar no amor que caminha sobre quatro patas.

Plagiando John Grogan, um cão não se importa, seja você bonito ou feio, inteligente ou burro, esperto ou idiota... dê o seu coração a ele, e ele dará o coração dele a você. Simples assim.

Diferente do ser humano um cão não é interesseiro, não é egoísta, não se apega em aparências, não se importa apenas com o trivial, pelo contrário, ele é capaz de morrer por amor ou pelo simples fato de proteger aquele que ama. Isso sim é que é amor, isso é que é exemplo vivo de fidelidade, de doação. Em tempos de escassez de riquezas de espírito, só mesmo os cães pra nos darem lições de entrega total, desprovida, sem nenhum tipo de apego material. Não raro vemos mendigos perambulando pela cidade acompanhados de seus fiéis cães que não estão nem ai pra condição errante em que vivem. Muitas vezes passando frio e fome. O que importa é o companheirismo. “Na alegria ou na tristeza eu estarei com o meu dono, até que a morte nos separe...”

Reparem como eles rolam pelo chão, como tomam água derrubando pelos cantos da boca, como correm sem medo de tropeçar, como latem sem pensar se estão ou não incomodando, como idolatram seus donos sem medo de parecerem piegas, como vivem intensamente, como se entregam e como sempre fazem isso feliz da vida. Os cães são felizes pelo simples fato de serem cães.

O dono é mau caráter, mas o seu cão o ama mesmo assim. O dono o trata com desprezo quando está com problemas, mas o seu cão o ama sem se importar com isso. O dono é gordo, é magro, é baixinho, é enorme, é engraçado, é chato, é alcoólatra, é chocólatra, é careca, é rico, é pobre, fala alto, pra eles pouco importa. O que importa é o que sentem e ponto final.

Se existe o Paraíso, os cães o alcançarão porque só um cão é capaz de amar, de se doar, de ser fiel e aceitar um ser humano exatamente como ele é. Eles não fazem distinções. Nem as mães têm esse dom, ou vai me dizer que a sua mãe nunca quis mudar algo em você??? Um cão jamais tenta mudar algo em nós humanos. Ele simplesmente nos aceita como somos e nos ama incondicionalmente mesmo assim.

Voltando a plagiar o autor de “Marley e Eu”, termino o meu texto de hoje com uma pergunta já bastante conhecida:

“Quantas pessoas fazem você se sentir extraordinário???”

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até semana que vem, se Deus quiser.

OBS.: Dedico o texto de hoje a minha vira-lata de 16 anos que morreu na última segunda-feira. Ela fazia eu me sentir extraordinária e isso me fará uma falta danada.

17 de mai de 2011

Simplesmente Sandy!

por Marco Nascimento


Quem ouve o CD Manuscrito da cantora Sandy, logo percebe a grande mudança no estilo musical que a filha de Xororó resolveu seguir após o fim da dupla que mantinha ao lado do irmão Júnior. Diferente do estilo alegre e divertido da dupla, em seu primeiro trabalho solo, Sandy está mais romântica e melancólica.

Hoje não se dá mais para pular o tempo todo no show de Sandy, mas ao contrário do que muitos pensam, a apresentação da cantora não é daquelas que dá sono, mas sim um espetáculo empolgante, com pitadas de melancolia, porém cheio de energia. A começar por seus fãs.

Com um cenário simples e romântico, Sandy sobe ao palco aplaudida em pé por seus fãs. E a cada música a demonstração de carinho deles é novamente comprovada, deixando a cantora emocionada por diversas vezes.

Com estilo de quem não está em cima do palco para brincar, Sandy “orquestra” sua banda (que é um show a parte), e com sinais e olhares se falam entre si para que nada saia errado. Os acordes dos instrumentos “conversam” com as luzes, fazendo do show um belo espetáculo. Vídeos e fotos completam o cenário, ilustrando cada música tocada.

Na platéia a empolgação com o show. Fãs ao delírio. No palco a cantora mostra seu talento, e além de cantar as músicas de seu CD, Sandy ainda se arrisca, ao seu estilo, cantando Oasis, Marisa Monte, Lulu Santos, Corinne Bailey Rae, dentre outros. Surpreendendo e encantando a muitos.

Em um momento nostalgia, a época de dupla é relembrada em duas músicas, mas os fãs a surpreende cantando uma terceira. O que faz com que Sandy também entre na onda, e ajuda os fãs a entoar a canção.

No fim, fãs enlouquecidos e satisfeitos. Os admiradores de “primeira viagem” surpresos com o talento e o brilho de Sandy. E ela, a dona do espetáculo, feliz por mais uma vez ter seu trabalho admirado, reconhecido e amado.

Para finalizar e tentar resumir esta apresentação, utilizo a frase de uma moça, que ao final do show ligou para a mãe, contando como havia sido o espetáculo:

“Mãe, o show é perfeito. Só tem um defeito... ele acaba!!!”

Abraços!

16 de mai de 2011

Felicidade!

por Jucemara Oliver


Ninguém é dono da sua felicidade,
Por isso, não entregue sua alegria, sua paz,
Sua vida nas mãos de ninguém,
Absolutamente ninguém.

Somos livres, não pertencemos a ninguém,
e não podemos querer ser donos dos desejos,
da vontade ou dos sonhos de quem quer que seja.

Se você anda repetindo muito
“Eu preciso tanto de você” ou
“Você é a razão da minha vida”, cuide-se.

Remova essas palavras e, principalmente,
a ação dessas palavras da sua vida,
pois fazem muito mal ao seu "eu" interior.

A razão da sua vida é você mesmo.

A sua paz interior é a sua meta de vida.
Quando sentir um vazio na alma;
Quando acreditar que ainda está faltando algo, mesmo tendo tudo,
remeta seu pensamento para os seus desejos mais íntimos,
e busque a divindade que existe em você.

Pare de colocar sua felicidade cada dia mais distante.
Não coloque objetivos longe demais de suas mãos,
abrace os que estão ao seu alcance hoje.

Se anda desesperado por problemas de dinheiro, amor ou de família,
busque em seu interior a resposta para acalmar-se.
Você é reflexo do que pensa diariamente.

Pare de pensar mal de você mesmo,
E seja seu melhor amigo sempre.

Sorrir significa aprovar, aceitar, e ser mais feliz.

13 de mai de 2011

Sabor de fruta mordida...

por Mariana Perez


♪ Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria... ♫

( Todo amor que houver nessa vida- Cazuza/ Frejat)


Um final de semana iluminado ♥

12 de mai de 2011

Meu melhor presente!

por Marco Nascimento


Enfim está chegando, só mais dois dias e meu corpo, alma e mente estará no Citibank Hall em São Paulo, tendo em minha frente aquela que pra mim é a mais bela voz do mundo, Sandy Leah.

Não será a primeira vez que irei assistir ao show da minha grande diva, nem a primeira vez que irei ouvir ao vivo as músicas do CD Manuscrito, mas a emoção é tamanha, a expectativa é tão grande, que meu coração acelera, meus pés parecem que saem do chão e minhas mãos soam toda vez que penso neste dia.

Só eu sei, ta bom, de tanto que falei, quem está próximo a mim também sabe, de como fiquei quando foi anunciado este show, da agonia de ter que esperar a pré-venda passar, e da sensação de alívio depois que comprei o meu ingresso, o meu passaporte para a felicidade. São poucos que sabem da dificuldade que será ir para uma imensa cidade, ainda mais quando não se conhece nada dela. Mas todo este esforço será recompensado quando eu ouvir a tua voz, ao vivo.

Talvez ninguém entenda de onde venha tanto amor, pra falar a verdade, nem eu sei, só sei que ela, Sandy, foi, é, e sempre será a melhor. A minha diva. A minha cantora. O meu amor.

Sua música será minha trilha sonora sempre, e este dia, 14 de maio, será o meu presente de aniversário (faço dia 25/05). Presente este que eu me dei, que eu batalhei, e me dará a felicidade de ter mais um sonho realizado.

Sandy, obrigado por existir. Obrigado por me dar este presente.

Abraços!

11 de mai de 2011

Feliz aniversário!!!

por Fabi Prado


Sexta-feira próxima, dia 13 de maio, comemora-se várias datas importantes. Se me pedissem para citar a mais importante delas para o contexto histórico do Brasil, eu citaria a abolição da escravatura no Brasil, em 13 de maio de 1888.

Mas para o contexto histórico mundial, pra mim o dia 13 de maio também deve ser lembrado porque nesse dia, no ano de 1941, nascia Ricardo Estebam Valenzuela Reyes, ou simplesmente Ritchie Valens, um cara que viveu apenas 18 anos incompletos, mas que deixou a sua marca registrada.

Quem é de vocês que tem 27 anos ou mais e que não se lembra do clássico e iconográfico filme do final dos anos 80 “La Bamba”??? O ator Lou Diamond Phillips fez o papel de Ritchie.

Aliás, quem é de vocês dessa idade ai que nunca se pegou cantarolando mesmo que sem querer “Para bailar la bamba se necessita una poca de gracia...”???

Talentoso, humilde e musicalmente ousado, foi ele, ao lado de Buddy Holly, o “pai” do rock’n roll, e The Big Bopper, um dos grandes pioneiros desse estilo em meados dos anos 50.

A morte deles, demasiadamente prematura eu diria, que aconteceu em um acidente aéreo no dia 03 de fevereiro de 1959, Ritchie com apenas 17, The Big Bopper com 29 e Buddy com 23 anos de idade, fechou para o mundo algumas portas. Tanto é real a importância deles para a musicalidade mundial que esse dia até hoje é conhecido como * “O dia em que a música morreu”.

Grandes conhecedores de música acreditam que essas perdas deixaram o rock’n roll sem valiosas contribuições que poderiam ter influenciado tudo o que hoje conhecemos sobre esse estilo musical. Acredita-se também que não só o rock, mas a música num todo, perdeu muito com a morte desses caras.

E eu também acredito nisso. Em poucos anos como músicos, eles deixaram um legado esplêndido que até hoje é cultuado, adorado, seguido e amplamente respeitado pelos quatro cantos do mundo.

E o pior de toda a prematuridade dessas mortes, é que hoje, ao ouvirmos uma música, nem sempre existe por trás daquela voz ou por trás daquela composição, um talento incomparável como era o talento desses três grandes nomes do *Rockabilly.

E isso me remete a uma angústia tão grande... Que falta nos faz nos dias atuais grandes compositores e grandes intérpretes. Hoje em dia os talentos musicais, sejam eles do ritmo que for, estão bastante escassos ou, eu diria, quase inexistentes.

Que pena!!!

E antes que eu me esqueça: Feliz aniversário Ritchie. Valeu!!!

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até semana que vem, se Deus quiser.


*Rockabilly – é um popular estilo de música da década de 50, combinando rock n’ roll com bluegrass (dando origem ao nome, que combina “rock” com “hillbilly”), que posteriormente deu origem à moda pin-up. Os grandes pioneiros desse estilo musical foram Buddy Holly, Elvis Presley, The Big Bopper e Ritchie Valens.

*“O dia em que a música morreu.” – Expressão usada para lembrar o dia 03 de fevereiro de 1959, quando, no auge de suas carreiras, morreram Buddy Holly, o grande fundador do rock’n roll, Ritchie Valens e The Big Bopper, dois dos maiores gênios desse estilo musical de todos os tempos. Em 1971, o cantor Don Mclean fez a canção “American Pie” em homenagem a essa data, canção esta que anos mais tarde foi regravada por Madonna.

Foto: Holly Monument – Monumento existente no local da queda do avião.

10 de mai de 2011

Feliz dia do Comércio

por Marco Nascimento


Há quem me questione o porquê de não ter utilizado este espaço, para no último domingo, 8 de maio de 2011, Dia das Mães, homenagear minha mãe e todas as mães pelo seu dia, tendo em vista que já me utilizei desta página por diversas vezes para demonstrar meu amor a Sandy, meu carinho a Elliana Garcia e a outras diversas pessoas. Mas não o fiz para minha mãe.

É realmente eu não fiz. Não prestei esta homenagem, e quer saber o por quê? Então vamos voltar para a Páscoa, data em que é lembrada a morte e ressurreição de Cristo. Dia de reflexão, compreensão, de oração, de recomeço. Mas quando se fala em Páscoa, logo se lembra “tenho que comprar ovos de chocolate”. E do verdadeiro significado deste dia ninguém fala.

Ai vem o Dia das Mães. Lojas lotadas, shoppings sem vagas no estacionamento, promoções, parcelamentos, e aquela correria para a compra do presente da Mamãe. Só isso que se pensa. Em agradá-la com presentes. Mas aquele almoço de domingo, com toda família em volta da mesa, aquele abraço inesperado, aquele telefonema de saudade, ah, isso não se vê mais.

No dia dos pais e das crianças é a mesma coisa, só mudam os “homenageados”. E a história se repete no Natal e Ano Novo. Como se as pessoas precisassem receber presentes e abraços somente em um único dia. Como se o carinho só tem que ser demonstrado em um único dia já pré-estabelecido por alguém. Bobagem. Puro comércio.

Se a páscoa realmente fosse uma data não comercial, as pessoas também iriam à igreja, e não só comprar ovos de chocolate. Se o Dia das Mães, dos Pais ou das Crianças, tivesse realmente o significado nele expressado, nestes dias às lojas não estariam cheias, os supermercados não teriam filhas e o comércio estaria fechado. Mães e filhos fariam um programa família, cheio de sentimentos, e não só de presentes. Se o Natal fosse realmente uma festa cristã, uma festa da família, não nos preocuparíamos em só vestir a melhor roupa, fazer o melhor penteado, comprar o melhor presente, mas sim dividir a ceia com a família, trocar abraços e carinhos verdadeiros.

Não me cobre por não ter “presenteado” minha mãe com um texto, pois posso fazer isso a qualquer dia do ano, já que pra mim, carinho e respeito, assim como presente, não se faz necessário ter uma data especifica para compartilhar.

No domingo dei a ela um abraço, a desejei um ótimo dia, mas ao invés de presente, lhe darei minha presença durante os 365 dias do ano, e não somente em 1 deles. E ao decorrer destes dias, a surpreenderei com um presente, mesmo sem motivo.

E pra você, que acha que não dar presente no Dia das Mães é falta de amor, tenha um Feliz dia do Comércio!!!

Abraços!

9 de mai de 2011

Como anda seu entusiasmo pela vida?

por Jucemara Oliver


O que você anda fazendo de bom por você?

O que anda fazendo de bom pra sua vida?

Quais são seus projetos pra amanhã, pros próximos três meses, seis meses e um ano?

O que você quer de você?

O que você quer das pessoas que o rodeiam?

"Aos mornos eu vomitarei"

Não sou eu quem o está dizendo, isso foi dito há pelo menos 2005 anos!

Seja frio, ou seja quente, mas por favor não seja morno, reclame, mas faça algo pra você e pra sua vida.

O que tanto te preocupa no momento?

Vida amorosa? Seu trabalho? Seu estudo? Sua família?

Seja um entusiasmado e mostre seu calor aos que te rodeiam. Todos nós adoramos nos sentir aquecidos pelos outros, mas preocupe-se também em aquecer sozinho sua vida, pois assim as pessoas virão até você para aquecerem seus corações e desfrutarem da sua companhia.

O que te preocupa é a falta de dinheiro no final do mês?

O medo de perder o emprego?

De tirar notas baixas?

A solidão?

Os amigos?

Deixe de lado todas essas preocupações, aja com entusiasmo, pois os cosmos lhe trarão a paz tão desejada, que tirará essas preocupações.

Ah, vale a pena lembrar: Tudo é uma consequência da sua vida e das suas ações, sem essa chama no coração, sem esse entusiasmo por tudo que venha a fazer, você será uma pessoa morna e lhe vomitarão. Faça tudo com muito esforço e com muita dedicação, pois as pessoas irão perceber que você tem luz, que você tem entusiasmo dentro de si e prestarão atenção em você, e em suas atitudes. Se você não tem fogo em si mesmo, não poderá esquentar os outros.

Acho que a vida é 10% inspiração e 90% dedicação, faça por merecer e quando você menos esperar, seus sonhos estarão sendo concretizados como num passe de mágica, a ponto de você nem acreditar.

Putz... Não trabalhe pra ter dinheiro, trabalhe para que o dinheiro seja consequência do seu trabalho... sacô a diferença?

Não queira encontrar o amor da sua vida procurando cegamente, aja naturalmente, que esse amor surgirá.

Não importa onde você esteja. Procure fazer amigos que te preencham o espírito e faça você o mesmo com eles, não se relacione só com base em futilidades, ensine e aprenda com eles e você terá amigos para o resto da sua vida.

Por favor, não passe sua vida da maneira errada...

E caraca!!! Se você já construiu sua vida, com família, amor, amigos, trabalho por prazer, estabilidade, saiba que você tem o maior tesouro que um ser humano pode almejar, portanto cuide disso com amor, dedicação e alegria, seja sempre uma criança, pois no final você precisará disso para ir aos céus.

A vida te dá tudo o que você precisa ter para ser feliz, saiba tirar proveito disso e saiba buscar tudo com muito entusiasmo no seu coração.

6 de mai de 2011

Tostado

por Mariana Perez


- Moça, por favor, dois tostados.
- Querem bebida?
- Ah não né Marco, nem precisa. (risos!)
- Senhora, total de R$ 3,50.
- Tudo bem!

Nesse exato momento todas as moedas do universo se juntam no balcão da nossa lanchonete preferida, pra fazer a nossa alegria em mais um final de tarde (e exaustivo) de trabalho.

Era sempre assim, eu queria ir comer um Big Mac (sem picles), e ele o Cheddar (sem cebola), mas o dinheiro dificilmente dava pra realizar esse sonho, somente quando ainda tinha algum limite no seu “super cartão”, fora isso, nos contentávamos com um tostado cada um, e que nos fazia feliz, porque em mais um momento daquele dia, estaríamos juntos.

Porque na verdade, o que nós realmente queríamos era compartilhar algo... um lanche, um sorvete de leite ninho... ou a própria companhia!

Hoje resolvi falar dessa situação tão peculiar, que aconteceu há tantos anos atrás, mas que ainda quando lembro meu coração enche de saudade, das risadas, dos passeios, da “cachoeira” dentro do ônibus, e de tudo de simples que fizemos, e tenho certeza que ambos não trocariam nada daquilo por tudo que temos hoje, porque se nos admiramos da maneira como é hoje, é porque conseguimos passar por todas essas “barreiras de amizade”, que somente almas desprendidas do material conseguem.

Ser sua amiga Marco Nascimento... que sorte a minha!


Um final de semana iluminado ♥

5 de mai de 2011

Primeiro aniversário!

por Marco Nascimento


Sua gestação demorou um pouco mais do que o de costume. Ao invés de 09 meses, foram praticamente dois anos na produção deste tão aguardado filho. Ele chegou, no dia 07 de maio de 2010, após meses e mais meses de expectativa.

Houve a participação do pai, dos avós, do tio, além de muitos amigos, mas a carinha dele, seu jeitinho, é o jeito da mãe. Cada detalhe seu o faz lembrar da menina doce que o concebeu. Do que ela queria expressar. Do sentimento que o envolvia.

O tão aguardado filho chegou envolto a expectativas, ansiedade, felicidade. Na cara de sua mãe a alegria por tê-lo feito da forma que gostaria, por ter conseguido ter impresso nele a sua marca. Na cara de quem o recebia, a alegria por ter mais um pedacinho dela, mais um capítulo de sua história, do seu trabalho.

Foi a quase um ano que Sandy Leah concebeu seu primeiro “filho” solo, e presenteou seus fãs com o CD Manuscrito, após pouco mais de 02 anos do fim da dupla Sandy & Júnior, que ao lado de seu irmão agitou o Brasil por 17 anos.

Para ela esta data marca o inicio de um novo desafio. Um novo começo. Uma nova história. Para nós, fãs, este dia é a volta de uma grande estrela. Uma nova forma de amor. A alegria que queríamos sentir.

Que este seja só o primeiro de muitos!

Abraços!

4 de mai de 2011

O amor é uma bagagem pesada.

por Fabi Prado


Essa foi uma triste constatação que ocorreu na minha vida essa semana.

Lembro que na minha adolescência, li certa vez num livro de frases, uma frase que dizia: “Só as pessoas pacientes alcançarão o prazer de um amor de verdade”. Na ocasião não compreendi muito bem, mas hoje esta frase faz sentido.

Quando a gente é mais jovem, a gente acha que amar é tranquilo, que é leve... A gente pensa que o amor é você e o namorado ou namorada, marido ou esposa. A gente pensa que tudo será flores, que nada sairá errado, que as coisas estarão sempre se acertando naturalmente...

Ai a gente cresce, amadurece e vê o quanto estávamos errados.

Infelizmente o amor não é tão leve quanto parece. Ele é pesado. Primeiro porque amamos apenas uma pessoa, mas vem junto com essa pessoa toda uma história de vida, todo um contexto, vem família, vêm amigos, vem um tipo de educação/criação diferente da sua, vem vícios, manias...

E o pior é que nem sempre é possível você deixar transparecer algum tipo de insatisfação com essa conjuntura, ou seja, pelo bem da relação, muitas vezes é necessário você se anular, fingir. Sim, é preciso ser falso em alguns momentos, é necessário você agir diferente de como acha que deve agir, é preciso sim pensar uma coisa e fazer outra, pensar uma coisa e falar outra para manter a saúde da relação.

E tem horas que isso é tão ruim, tão difícil de sujeitar-se... Deixar de ser você mesmo para agradar aos outros é algo que eu considero pior que um castigo.

E é nessas horas que medimos o amor. É nessas horas que vemos se o amor compensa ou não, se é verdadeiro ou não, se é forte o suficiente. Só assim dá pra saber se o amor é amor de fato ou se é fogo de palha. Do contrário jamais haverá provas suficientes pra chegar a essa conclusão. Se resistir a tudo isso: convivência, diferença de criação, família, amigos, destemperanças e tudo mais o que possa fazê-lo esmorecer, ai vemos que o amor é verdadeiro!!!

Enfim, para saber se o que sentimos é realmente amor só com tempo, paciência e muita *resignação.

E hoje pra mim tudo faz sentido. O amor é realmente maravilhoso, mas tem horas que ele é uma bagagem pesada...

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até semana que vem, se Deus quiser. (E me perdoem pelo conteúdo depressivo do texto, mas é como estou me sentindo essa semana.)

*Resignação - Sujeitar-se as amarguras da vida pacientemente.

3 de mai de 2011

Cansei. Mudei. Realizei.

por Marco Nascimento


Se eu não tivesse me arriscado, não saberia que conseguiria vencer. Se eu tivesse decido permanecer no certo, não saberia que conseguiria superar o duvidoso. Se eu tivesse me contentado com o mesmo, não teria aprendido com o diferente.

Tirei um peso de mim. Me arrisquei. Me libertei.

Talvez nunca ninguém entenda o que passou por minha cabeça, qual foi o sentimento da minha decisão de trocar tudo o que tinha como certo, para me arriscar por um caminho que eu não sabia qual era.

Assim como nunca ninguém saberá o quão emocionante, quão gratificante é saber que tomei a melhor decisão. De como é gostoso poder colher os frutos desta troca, e saber que sou capaz.

O como é bom se surpreender com você mesmo.

Se por um momento fui louco por me arriscar, hoje tenho a certeza que loucura mesmo, seria permanecer onde estava, fazendo o que eu fazia, esperando um resultado diferente.

Hoje olho para o que ficou pra trás, vejo o caminho que trilhei, e tenho a certeza que não devo me arrepender. Pelo contrário, só tenho motivos para me orgulhar, para dizer que fui corajoso, e a certeza que se fosse necessário, faria tudo de novo.

Abraços!

2 de mai de 2011

Medo de ser feliz?

por Jucemara Oliver


Alguém tem medo de ser feliz? Não!

Bem, à primeira vista não.

No mundo em que tudo nos direciona para a busca da felicidade, parece mesmo ridículo afirmar que as pessoas têm (eu também já tive, e ainda tenho às vezes) medo da felicidade. Mas então, por que essa estranha sensação que sentimos quando tudo vai bem demais na nossa vida?

Por que o medo de falar, ou de falar alto demais, como se essa felicidade fosse algo tão frágil que pudesse nos escapar a qualquer momento?

Acho que é por isso que quando algumas pessoas recebem boas notícias, evitam compartilhar. Ou acreditar. Dizemos: "estou tão feliz que tenho até medo;" "nem vou falar, senão estraga;" "não conte pra ninguém que dá azar..." e coisas assim. Como se a felicidade fosse algo imerecido.

Acho que dessa maneira acabamos estragando nossos momentos de felicidade

com temores. Uma coisa que poderia ser vivida a 100%, torna-se menos, pois o restante é transformado na angústia de perder o que tanto se desejou. Estranho né?

Mas, pra que ter medo?

Devemos agarrar nossa felicidade, nossa boa notícia com unhas e dentes!

Provavelmente vão surgir invejosos para nos olharem de lado, mas então olhemos para outro lado, onde certamente existem outros que podem compartilhar da nossa alegria.

Pra vencer na vida devemos nos direcionar para as coisas positivas e não perder tempo com negativismo. Eu li que "enquanto a felicidade está na sua sala, a infelicidade dorme na sua cama. Bah.. "

Se isso é mesmo verdade, então, só tenho uma sugestão: mudar de quarto, de cama, dormir na sala... mas guardar a preciosa felicidade!

Aprendi que nunca devemos ter medo de ser feliz! Da mesma forma, nunca

devemos ter medo de sofrer.

Aprendi também que devo construir meu mundo com aquilo que ele me oferece,

colocando eu mesmo as cores que quiser. Não devo depender dos outros para ser feliz ou infeliz, e sim viver minha felicidade como verdadeira dona dela.

O poder de ser feliz ou infeliz está em nossas próprias mãos. Cabe a você saber com que intensidade vai viver e fazer isso!