28 de dez de 2011

Desejos

por Fabi Prado


Meus desejos para 2012 são:

- Menos trânsito em Bauru nos horários de pico.

- Mais respeito pela religião alheia. Me dá nos nervos gente que não respeita a crença dos outros!

- Menos racismo, preconceito ou qualquer outro tipo de atitude atentatória contra qualquer raça que seja.

- Mais chuva. Tem chovido cada vez menos e sabemos o quanto ela é vital a todos os seres.

- Mais emprego, maior salário, melhor distribuição de renda.

- Menos aluguel e mais casa própria.

- Menos ódio e mais amor.

- Menos tapas e mais diálogo.

- Menos tristeza e mais, muito mais alegria.

- Mais saúde, literalmente. Melhores hospitais, mais médicos, mais remédios de alto custo gratuitos, enfermeiros mais humanos (não como aquela louca que matou o cachorrinho na pancada), mais respeito com a integridade alheia.

- Menos fila. Fila no cinema, no banco, no açougue, na padaria, no caixa... Que as filas sumam em 2012! (Odeio filas.)

- Menos sal na comida, menos açúcar na comida, mais atividade física, mais verduras e mais frutas, mais atitudes saudáveis para a mente. (Mente sã, corpo são).

- Mais leitura e menos TV e internet. (Mente sã, corpo são novamente)

- Mais, muito mais paz, luz, energias boas e menos, bem menos energias ruins, vibrações negativas e coisas do tipo.

- Mais reciclagem e menos desperdício.

- Mais vitalidade para um mundo que está adoecendo.

- Menos estresse e mais tranqüilidade.

- Menos famílias desestruturadas e mais famílias bem edificadas.

- Menos drogas ilícitas, menos drogas ilícitas, menos drogas ilícitas e menos drogas ilícitas. As drogas ilícitas são o mal do mundo. Se elas chegassem ao fim, o mundo estaria salvo.

- Menos armas.

- Mais fé na vida, no amor e na luta diária.

- Mais gratidão.

- Mais Deus no coração. Se todas as pessoas soubessem de verdade quem é ELE, o mundo também estaria a salvo.

Desejo que 2012 seja um ano “mais” pra você, pra mim, pra nós todos!

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até a semana que vem, ou melhor, até o ano que vem, se Deus quiser.

Ih, Falei!

23 de dez de 2011

Pare de fazer eu me apaixonar!

por Mariana Perez

“Ela que sempre buscava em tudo um porque,
com ele bastava estar, sentir e viver ♪...”


Sempre consegui administrar melhor príncipes que viraram sapos, agora o contrário está sendo um tanto complexo!

Foi tudo previsível até esse momento. Eu me apaixonava loucamente, vivia naquele mês sufocante e enlouquecedor, mas pelo menos isso eu tinha o controle (ou achava que tinha!), tudo porque eu já sabia do prazo de validade. Eram poucos meses apenas, e já lá estava o distinto mostrando sua cara verde como a de um sapo, e antes mesmo que eu pudesse me ferir (mais!) tirava meu time de campo. Sofria, chorava, engordava, mas dali algumas semanas já sabia que passavam, e é esse controle que eu sempre tive!

Agora teve gente que chegou cheio de prosa e poesia, defendendo as suas teorias e mostrando o quanto sou vulnerável a esse lugar que chamam de mundo! Sapo desses que não abrem a porta do carro, mas que beija com as duas mãos no rosto. Que não me manda mensagens no meio do dia com declarações, mas que quando me vê lança um abraço de perder o chão e me beija com ternura!

Não parei pra pensar ainda no prazo de validade dele... Talvez nem queira... Talvez ele seja o primeiro que eu sempre esperei!

Um final de semana iluminado ♥

Ih, Falei!

21 de dez de 2011

Feliz Natal!

por Fabi Prado


É Natal. Tempo de paz, alegria e reflexão.

Nesta data, há exatos 2011 anos atrás nascia o Salvador, aquele que 33 anos mais tarde daria a sua vida para nos salvar.

Hoje em dia o Natal virou puro e apetitoso comércio. Ninguém comemora o que realmente significa o Natal, a real importância que esse dia tem. Comemoram-se as vendas de presentes, o aquecimento do mercado de “comes e bebes”, os feriados que estão por vir, as idas para a praia, para a chácara, a bebedeira, a comilança, mas o que deveríamos mesmo comemorar?

Ah, deveríamos comemorar o nascimento do maior Cara que a terra já viu passar por aqui. E quem se lembra Dele? No Natal ainda um número um pouco maior de pessoas se lembram Dele, mas o resto do ano, quantos se lembram de Sua existência? Talvez lembrem-se Dele num momento de desespero, de tristeza, de pesar, mas nos momentos de alegria, de saúde poucos se recordam que Ele existe.

Deixo aqui uma reflexão que me foi passada por uma amiga: Se no dia do seu aniversário, alguém muito querido se esquece de te cumprimentar, como você fica se sentindo?

Pois bem amigos, não nos esqueçamos que dia 25 de dezembro é aniversário de alguém que nos é muito prestimoso, de alguém que nos ama, de alguém que deu a vida por nós. Vamos fazer um esforço e lembrar-nos de cumprimentá-lo, de fazer uma homenagem a ele, ainda que pequena, de felicitá-lo, ainda que a distância neste dia tão especial.

Afinal não é qualquer um que daria a vida por cada um de nós como Ele fez! E a cada dia que passa eu sinto que o ser humano merece cada vez menos esse esforço feito por Ele, o que é uma pena.

Feliz Natal a todos. Que o verdadeiro espírito de Natal possa perpetuar-se em nossos corações e que o Menino Jesus encha nossa vida de luz e paz.

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até a semana que vem, se Deus quiser.

Ih, Falei!

16 de dez de 2011

A arte de ficar calado.

por Mariana Perez

"Éramos muito jovens e não sabíamos ficar calados."
Clarice Lispector


Saber ficar calado. É uma arte. Difícil, exige esforço e experiência. Não digo ficar calado sozinho, pois aí não há muita vantagem. Se sairmos a divagar, em voz alta, as perturbações que nos vão nos pensamentos, não demora estamos divagando num hospício.

Também não falo sobre ficar calado em público. Já fui mais calado em público, hoje nem tanto. Sou até, às vezes, o menos calado. Curioso, isso. Eu achava que era um caso perdido de timidez crônica, de incompatibilidade absoluta com a palavra oral, e hoje me pego, eventualmente, para meu espanto, falante e loquaz.

Queria mesmo abordar a difícil arte de ficar calado a dois. É disso, em essência, que trata a bela frase em epígrafe. Os jovens — falo por mim, pelo que lembro — não sabem, definitivamente, ficar calados a dois. É um desconforto terrível, uma absurda e incômoda sensação de mal-estar, aliada a um desespero tolo em busca de assunto.

Depois, com o tempo, passamos a ser menos severos conosco e nos permitimos, vez por outra, a falta de assunto. Aliás, que necessidade absurda é essa de falar por falar, sem parar? Escrevi, certa vez, uma frase que depois li curioso: "Demorei a perceber que são os calados que têm algo a dizer...".

Não sei que poeta falou — creio que o Quintana — que amizade é quando o silêncio a dois não se torna incômodo, e amor é quando o silêncio a dois torna-se prazeroso e íntimo. Algo assim, com outras palavras. Mas, no fundo, não é isso mesmo? Já experimentaram a sensação de ficar uns minutos calados, depois do amor? É uma conversa com Deus.

Um final de semana iluminado ♥

Ih, Falei!

14 de dez de 2011

A involução da espécie humana

por Fabi Prado


Na segunda-feira passada fui com meu noivo a um bar da cidade. Tomamos uma cervejinha, comemos, nos divertimos. Certa altura da noite chegou próximo a mesa uma cadelinha bege, toda sarnenta, aparentemente cega de um olho, já aparentando ser idosa.

Doce e faminta, como todo cão de rua, aproximou-se da minha mesa e de quase todas as mesas do bar e claro, restos e mais restos de porções eram arremessados e ela, com toda a esperteza que é natural em um cão, mais do que na hora, abocanhava com uma agilidade invejável.

Comeu tanto que chegou um momento que nem agüentava mais comer. Aparentando saciedade, deitou-se num cantinho fresco da calçada e começou a dar um belo de um cochilo, típico de quem está “satisfeito”.

Olhando aquela cena, pensei cá com meus botões: Será que, se ao invés de uma cadela, fosse uma pessoa, o tratamento carinhoso e dócil das pessoas que ali estavam também teria sido esse?

E no mesmo instante me respondi: Certamente que não.

O ser humano está com aversão de sua própria espécie. E é bem simples entender o porquê disso. O ser humano é cada dia mais mesquinho, mais sujo, mais egoísta, mais maldoso, mais interesseiro e manipulador. O ser humano tem a incrível capacidade de se superar tanto para o lado bom, quanto para o lado ruim, é claro. É um crime novo a cada dia, é um novo golpe, um novo ataque, uma nova maneira de tentar lesar de alguma forma o outro ser humano.

Hoje um homem mata o outro por conta de uma discussão boba e sem fundamento; a esposa rouba o marido; o namorado mata a namorada porque foi trocado por outro; o sobrinho dá um golpe financeiro na tia que o criou; a filha mata o pai para ficar com o dinheiro do seguro; o pai estupra a filha; um vizinho planeja o assalto e morte de outro vizinho...

O ser humano, a vida humana em si não tem mais valor e com essa desvalorização, outras espécies passaram a se valorizar como a vida animal por exemplo. Nunca antes se viu tantas pessoas na defesa, cada vez mais ferrenha, dos animais. Somos advogados dedicados na defesa do pobre e indefeso “amigo bicho” e quantas vezes pouco ligamos para aquele conhecido nosso que passa necessidade, até porque não sabemos quem é nosso conhecido! Podemos recebê-lo hoje em nossa casa prá ajudá-lo e amanhã ele poderá se tornar a pessoa que irá nos roubar, que irá nos estuprar ou que irá nos matar!

Por isso o ser humano ama ao próprio cada vez menos e aos animais cada vez mais. Os animais estão cada vez mais bem tratados, respeitados, idolatrados. Confia-se hoje muito mais facilmente num animal que num ser humano. Estamos transferindo para os animais o nosso amor, a nossa fraternidade, o nosso respeito, o nosso carinho, a nossa segurança, porque esses sim ultimamente têm merecido tudo isso.

E eu particularmente prefiro mil vezes aquela humilde e doce cadelinha que estava lá no bar do que muito ser humano por ai. Eu assumo essa postura polêmica. Sou obrigada a confessar que tem gente que me dá nojo só de pensar. Tem pessoas que não deveriam nem ter nascido e olha que não são poucas...

E tudo o que foi destruído no mundo até hoje, o foi por mãos humanas e não será diferente com a própria espécie humana. Nós mesmos nos destruiremos algum dia.

E temo que esse dia esteja próximo. Ou quem sabe até lá já tenhamos aprendido alguma coisa que preste com a espécie animal!

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até a semana que vem, se Deus quiser.

Ih, Falei!

9 de dez de 2011

Inúmeras tentativas sem sucesso!!!

por Mariana Perez


Essa é qual das vezes? A décima quinta? A vigésima? Não, não... Acho que é a milésima mesmo.

Eu soube no fundo, eu sempre soube... mas como disse Caio F. Abreu “... prefiro viver assim na loucura e ilusão da incerteza... loucura? Quem é que sabe...”.

Não sei se essa é a última vez que irei falar sobre esse assunto, ou se essa será mais uma das minhas desculpas arranjadas pra me enganar, de quem não quer deixar uma história, como um cão faminto que não deixa o osso!

Sei o quanto isso machuca cada vez que aparece, e todas às vezes essas feridas ficam ali... Curadas ou não, esquecidas jamais!

Chegue logo o dia que eu perceba que tudo isso não passou de um sonho, uma época, uma ilusão fantasiada de planos e que pelo destino da vida já não voltam mais!

Como diz a música... “Só vou olhar pra trás, pra ver o sol se pôr”.

Um final de semana iluminado ♥

Ih, Falei!

7 de dez de 2011

A essencialidade de viver bem

por Fabi Prado


Definitivamente na semana passada tive a mais absoluta certeza que eu não nasci para morar numa grande cidade dessas estilo São Paulo.

Lá eu sou o verdadeiro peixe fora d’água. Não sou nem um pouco citadina, por Deus.

Os cinco dias que estive lá, para realizar um curso a serviço, me senti como se estivesse rumo à forca. E a viagem de ida então? Nossa, eu estava indo literalmente para o caldeirão para ser cozida e comida por uma tribo de canibais... Juro que eu estava!

Não gosto do cheiro, não gosto do lugar, não me sinto a vontade, fico amargurada, cansada, estressada... Amigos, é literalmente um terror pra mim tal situação.

E não pensem que me sinto assim porque estou indo a trabalho porque não tem nada a ver. Quando vou a passeio, e olha que já fui muito a passeio pra lá, é a mesma cruel e terrível sensação.

E sempre foi assim. Lembro que desde criança nunca fui a mais metropolitana das criaturas.

Gosto mesmo é do interior. Cidades mais passíveis de ter-se uma vida tranqüila, trânsito “não tão intenso”, caminhos mais curtos, ar um pouco mais “respirável”, pessoas mais dadas, menores preços, melhor qualidade de vida, indubitavelmente.

Gosto de acordar com o cantar dos pássaros que dormem no pé de romã que minha mãe tem no fundo de casa cantando todas as manhãs; gosto de ouvir o latido dos cães da vizinhança quando as crianças andam de skate na rua; gosto de dormir com a janela entreaberta, mesmo morando numa residência térrea; gosto de andar com o vidro do carro entreaberto para formar corrente de ar e sentir o vento batendo em meu rosto; gosto do entardecer, as pessoas nas calçadas, lavando-as ou simplesmente batendo um papo com um vizinho; gosto das praças cheias de crianças brincando e cachorros passeando orgulhosos com seus donos; gosto de mercados mais vazios, de bares mais vazios, de farmácias mais vazias; gosto de gastar pouco tempo pra ir de um ponto a outro da cidade, mesmo que seja distante...

Definitivamente eu nasci para o interior. Não à toa a migração para o interior do país nos últimos anos tem crescido substancialmente. Eu entendo. A fuga das metrópoles é o primeiro sintoma de que a qualidade de vida é cada dia mais importante para as pessoas e não apenas o melhor emprego, o status, a variedade que uma grande cidade oferece.

Hoje em dia valoriza-se o sossego, o tempo e a essencialidade de viver bem.

E pra mim, particularmente, não há dinheiro que pague a vida do interior. Ainda que com a sua violência em ascensão, ainda que com o seu custo de vida em ascensão, ainda que algumas cidades do interior estejam em pleno crescimento, rumo a serem metrópoles um dia, prá mim ainda não há nada melhor que a vida “caipira”, sou capaz de apostar!

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até a semana que vem, se Deus quiser.

Ih, Falei!

25 de nov de 2011

Ela está bem diferente...

por Mariana Perez


Mariana foi pro mar
Deixou seus bens mais valiosos com o cachorro e foi viajar
Foi de coração
Pois o marido saiu pra comprar cigarros e desapareceu
Foi visto no Japão
Com a vizinha, sua ex melhor amiga
Mariana foi ao chão

E ela pensou por muitas vezes
Se usava sua Mauser ou o gás de seu fogão
Mas seu último direito ela viu que era um erro
Mariana foi pro mar

Mariana se cansou
Olhou o que restava da sua vida
Sem direito a pensão
Sem um puto pra gastar
Sempre foi moça mimada
Mas tinha em si a vocação do lar

E foi numa tarde de domingo
Que ganhou tudo no bingo
Sorte no jogo azar no amor
E sua bagagem estava pronta
Parecia que sabia do seu prêmio de consolação

Mudou o itinerário
Trocou o funerário
Pelo atraso do avião
Uma lágrima de sal
Percorre no seu rosto misturando-se ao creme facial
Onde foi que ela errou?
Se acreditava na sinceridade de sua vida conjugal
E se ela pensava muitas vezes
se usava uma pistola ou o gás do seu fogão
Mas ela mudou o itinerário
Trocou o obituário pelo atraso do avião
Hoje ela desfila pela areia
Com total desprezo pelos machos de plantão
Ela está bem diferente
Ama ser independente
Mariana foi pro mar... (Mariana foi pro mar - Ira)

Um final de semana iluminado ♥
Ih, Falei!

23 de nov de 2011

42 razões para NÃO TER um filho

por Fabi Prado


1. Pra que sacrificar suas noites de sono se você pode tê-las em paz para o resto da vida?

2. Pra que gastar com escola para filho se você pode gastar no seu doutorado ou naquela viagem à Dubai?

3. Porque ter um cão é muito mais barato.

4. Porque ter um cão é muito menos trabalhoso.

5. Porque ter um cão é muito menos estressante.

6. Porque o cão morre antes de completar 18 anos. (Essa é perfeita!)

7. Porque o cão não vai crescer e virar garota de programa ou traficante de drogas e fazer você passar vergonha.

8. Aliás, um cão te fará passar pequenas vergonhas como, por exemplo, fazer xixi no portão do vizinho. Filhos te farão passar vergonhas absurdamente incalculáveis como fazer xixi na mesa do pediatra ou soltar um pum na cara do padre na hora do batismo. (Essa é forte!)

9. Porque o cão não vai crescer, arrumar um namorado aproveitador, se viciar em droga e te matar enquanto você dorme só pra ficar com a sua grana. (Lembram do caso Suzane Von Richtofen? Pois bem...)

10. O cão, se te fizer perder a paciência, você coloca de castigo e ele aprende de primeira. Filhos nunca aprendem de primeira. Esqueça!

11. Num cão você pode bater pra mostrar limite. No filho você não pode mais bater. (Graças à lei criada pelo “Lula lá”...)

12. Um filho custa em média, até os 18 anos, R$ 300.000,00. E se for vagabundo custará muito mais até você morrer sustentando o desgraçado.

13. Com R$ 300.000,00 você já imaginou tudo o que pode comprar? Ah, não imaginou ainda? Então imagine porque o negócio é sério.

14. Sem filho, você chega do trabalho cansado e descansa. Com filho, você chega do trabalho cansado e se cansa ainda mais.

15. Comprovado: Casais sem filhos envelhecem mais lentamente. (Porque será?)

16. Sem filho, quando você vai viajar, você não precisa se preocupar com nada além da sua viagem... Se a criança estará doente e você terá que cancelar, se estará frio ou chovendo, sem filho, essa preocupação “no ecxiste”.

17. Sem filho você come melhor. Comprovado: Os pais deixam os maiores e melhores pedaços sempre para os filhos e acabam comendo só o “refugo” e claro, o resto.

18. Casais sem filhos pagam convênio médico para DOIS. Casais com filhos pagam para TRÊS, QUATRO... E a diferença ao longo dos anos é significativa, acreditem.

19. Casais sem filhos praticam mais sexo. (Essa é a mais convincente razão de todas!)

20. Se você não tem filho, você pode dar maus exemplos á vontade, como, por exemplo: Passar no sinal vermelho, comer porcaria, falar besteira, arrotar alto na mesa...

21. Aliás, se você tem filho, VOCÊ é “o exemplo” e tem que deixar de fazer um monte de coisas legais.

22. Sem filho você pode xingar o árbitro á vontade durante o futebol, pode falar palavrão enquanto insulta o seu vizinho barulhento, pode fazer brincadeiras adultas com sua esposa a qualquer hora do dia... Com filho, isso fica restrito.

23. Sem filho você pode ter um monte de bibelôs enfeitando a estante da sala da sua casa, sem correr o risco de ver aquele vaso de cristal de R$ 5.000,00 que você ganhou daquela sua tia solteirona e rica espatifado no chão.

24. Sem filho você pode ter na área de lazer da sua casa uma piscina de 1,40 cm de profundidade sem culpa, receios ou medo.

25. Sem filho você preserva o meio-ambiente, afinal é sabido por todos nós que um dos grandes males do meio-ambiente na atualidade são as malditas fraldas descartáveis cheias de “m......” que demoram cem anos para se decompor.

26. Você pode comprar aquela pick-up dos seus sonhos quando é apenas você e sua esposa. Com filho, esse sonho cai por terra.

27. Sem filho, sem preocupação com os rumos que a educação do país toma.

28. Se você não tem filho, não é obrigado a ir todas as férias do moleque levá-lo CINCO VEZES ao cinema assistir o mesmo (e chato...) filme.

29. Sua esposa não engorda, não perde a forma, não fica resmungona por conta de chatice de criança e não deixa de te dar atenção. Ou seja, você não tem que dividir ela com ninguém... (Idem a marido.)

30. O que vamos jantar? Pede um lanche, uma pizza, um pastel... Isso se você não tem filho porque se você tem, ai é outra história... Porque você pode se entupir de colesterol, mas seu filho, nem pensar!

31. Aliás, sem filhos você praticamente não precisa ter fogão em casa. Compra comida pronta congelada (cheia de conservantes), come na rua (alguma porcaria) ou delivery (mais porcaria ainda). Simples assim.

32. Sabe quanto custa uma lata de Nan ou de Nestogeno? Pois é amigo, te garanto que custa bem caro. Aliás, uma lata de qualquer um desses leitinhos sacrifica toda a sua cervejinha do fim de semana.

33. Sem filho você se sente jovem até a meia idade. (Afinal ver seu filho adulto é o primeiro sinal de que você está V-E-L-H-O-O-O-O-O!)

34. Sem filho você pode criticar aquele seu colega invejoso que vive faltando do serviço porque o filho adoeceu. Você não tem filho, pode falar dos outros sem culpa alguma.

35. Não corre o risco de ter alguém na sua família que virou estelionatário ou ladrão de banco, afinal a sua família é você, a sua esposa e o Rex, aquele vira-lata mequetréfe que você achou na rua outro dia e trouxe pra casa.

36. Não corre o risco de sentir vontade de sumir da reunião escolar.

37. Não tem que comprar cadeirinha pra carro, cadeirinha pra comida, banheira suspensa, bebê conforto, cercado, grade para cama e mais um monte de coisas caras que acabam com o seu orçamento.

38. Não se vê obrigado a pagar R$ 50,00 por uma camisetinha que gastou 20 cm de malha vagabunda e custa esse preço só porque “é pra criança”.

39. Pode ir ao mercado em paz, sem correr o risco de ter a companhia de uma criança mimada berrando pelos corredores querendo pegar tudo o que vê nas prateleiras, principalmente coisas caras, ruins e inúteis.

40. Você pode ir onde quiser, sem se preocupar em deixar filho na casa da mãe, da sogra, da irmã, com babá e claro, incomodar porque todo mundo fala: “Não incomoda...”, mas é claro que lá no fundo enche o saco cuidar de filho dos outros.

41. Você pode chegar a hora que quiser também...

42. Pelo simples fato de nada o prender. E cá entre nós, liberdade ainda não tem preço amigo!

Ih, Falei!

18 de nov de 2011

Índice satisfação de coxinha!

por Mariana Perez


Acho muito frustrante chegar a uma festa e descobrir que não tem coxinha. Eliminem a cerveja, o bolo de aniversário, que seja, mas não a coxinha! Em compensação, poucas situações são tão aliviantes quanto à de estar numa festa cheia de comida antipática e avistar um garçom trazendo uma farta bandeja de coxinhas.

O garçom encarregado das coxinhas tem toda a minha atenção e meus olhares. É um príncipe. O guardião do tesouro. Se a coxinha for de catupiry, me deixa tentada a cometer suborno. Se tiver muita massa, penso em deixar os escrúpulos de lado e fazer um caixa dois da delícia na minha mesa.

Porque a massa da coxinha é de comer rezando um rosário de joelhos no milho. Sério. Quem inventou a massa da coxinha? O povo fica aí dando prêmio Nobel de Física pro moço que decidiu estudar uma coisa chamada grafeno e despreza esse gênio da gastronomia. É por apreciar tanto essa massa dos deuses que defendo a teoria de que o correto é começar a comer a coxinha pela parte maior. Assim, deixamos aquela pontinha de paraíso pro final.

Porque coxinha é sucesso. Já nem falo do sabor que está ficando repetitivo. Falo das curvinhas de deixar Niemeyer com inveja. Já viu algum salgadinho com design mais fofo? Falo da sonoridade cômica da palavra. Experimente falar “coxinha” no meio de uma briga. Certeza que a discussão vira risada... Mas é irresistível. Desculpe-me, gente. Coxinha é irresistível.

Um final de semana iluminado ♥

Ih, Falei!

16 de nov de 2011

42 razões para TER um filho

por Fabi Prado


1. Por que você quer. E muito!

2. Para você deixar de ser só filho.

3. Para entender melhor os seus pais. Compreender depois de anos porque você levava tanta bronca...

4. Para descobrir uma imensa e surpreendente capacidade de amar.

5. Para incluir mais gente numa história de amor que dá certo...

6. ...ou mesmo para deixar de ser sozinho.

7. Para sentir o poder de gerar outra vida. (Essa é forte!)

8. Para aprender a respeitar as diferenças.

9. Para se emocionar com as conquistas dele.

10. Para aprender que as coisas são como são, nem tudo é perfeito. E tudo bem!

11. Para tomar mais cuidado com você mesmo.

12. Para aceitar a maturidade com tranqüilidade.

13. Para poder, um dia, ser avó ou avô.

14. Para cuidar de alguém.

15. Para deixar de ser o centro da própria vida.

16. Para rever suas prioridades.

17. Para ter um bom motivo para chegar mais cedo em casa.

18. Para ficar um tempo sem trabalhar, principalmente a mulher. A licença gestante hoje em dia é de 6 longos meses.

19. Para sentir o prazer de amamentar.

20. Para sentir o prazer de dar de mamar.

21. Para passar pela experiência de educar um ser humano ao seu modo.

22. Para conhecer a pessoa mais linda do mundo.

23. Para ouvir alguém te chamar de mãe ou pai.

24. Para reviver um pouco da sua própria infância ou tirar uma casquinha da infância deles.

25. Para comprar brinquedos incríveis para ele (e para você).

26. Para se renovar.

27. Para entender de uma vez por todas que preocupação com o meio-ambiente não é só coisa de “eco-chato”.

28. Para adquirir hábitos mais saudáveis... E viver melhor. (Essa também é forte!)

29. Para descobrir seu lado meio médico.

30. Para descobrir o seu lado meio adivinhador.

31. Para descobrir que você sabe contar histórias.

32. Para olhar para as coisas de novo, como pela primeira vez.

33. Para ter um bom motivo para aprender a cozinhar.

34. Para ter alguém que tem a boca e os olhos iguaizinhos os seus.

35. Para ter alguém que tem o mesmo jeito de andar que você.

36. Para sentir o que é ter alguém que confia 100% em você.

37. Para encarar o futuro com outros olhos.

38. Para ter a chance de se tornar um ser humano melhor.

39. Para você sentir diariamente o que é ser amado incondicionalmente.

40. Para você ter a sensação de que seu filho é único e tudo que você sente em relação a ele é intraduzível.

41. Para você ter quem cuide de você na sua velhice. (Essa é a mais forte!)

42. Para sentir um certo gostinho de continuidade e saber que alguém vai perpetuar a sua espécie.


(Texto copiado do site IG com adaptações)

Ih, Falei!

15 de nov de 2011

Amizade

por Marco Nascimento


A amizade é um bem que conquistamos a cada dia. Ela pode nascer do acaso, de um simples ato, uma pequena palavra ou na pista de uma balada. Fazer amigos é garantir o ombro para chorar, o abraço para consolar, o sorriso para alegrar.

Amizade é um produto precioso, onde não há data de fabricação, para que assim não haja data de validade. A amizade pode ser de infância, e ser preservada para a vida toda. A amizade pode ser feita no dia anterior, mas é tão intensa, que no dia seguinte podem se tornar “amigos de infância”.

Assim como o amor, muitas vezes a amizade é inexplicável. Ela se torna algo maior, se torna na verdade uma irmandade. Uma cumplicidade.

Amizade é uma via de mão dupla, onde se deve ter a troca de carinho por ambos, onde o cuidado e a atenção devem ser divididos. Amizade não é assessoria de cobrança, por isso não deve haver ligações de cobranças de carinho e atenção, pois os verdadeiros sentimentos veem de forma espontânea, em uma recíproca troca sentimentos.

A amizade é leve. É livre. É saudável.

Na amizade não há aquela que se destaca mais pelo tempo que se conhece um ao outro, pois amizade são atos, atitudes, palavras... são pequenas demonstrações que fazem os amigos se renovarem diariamente.

Abraços!

Ih, Falei!

11 de nov de 2011

Eclesiastes 3

por Mariana Perez


Para tudo há uma ocasião, e um tempo para cada propósito debaixo do céu:
Tempo de nascer e tempo de morrer.
Tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou.
Tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir.

Tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar.
Tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter.
Tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de lançar fora.
Tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar.

Tempo de amar e tempo de odiar, tempo de guerra, tempo de paz!

Um final de semana iluminado! ♥

Ih, Falei!

9 de nov de 2011

Depois de tua chegada em minha vida

por Fabi Prado


Você é o meu Alpino®... Você é meu Panetone Trufado da Cacau Show®... É minha Coca-Cola® gelada em dia quente, é minha pizza Portuguesa da Pizzaria do Tauste... Você é o meu Franccino Moka, é meu suco de Framboesa do Papa Tutti, é minha salada de brócolis, é meu churrasco... Você é o meu Haagen Dazs®!!! E essas metáforas todas são pra dizer, mais do que claramente, que você é o meu prato preferido!!!

Você é praia, é rock’n roll, é dia de festa... É minha inspiração e coragem. É meu olhar para o mundo com olhos de beleza.

Você é o céu materializado. Você é mel, é tempero, é prazer, é diversão. Você é toda a complexidade do que não tem explicação e é toda a explicação. Você é o mais puro, leal e verdadeiro bem que eu possuo.

Depois da tua entrada em minha vida eu vi que eu posso mais, que eu sou mais, que eu consigo mais e que você me faz ser mais.

É por isso que eu te amo, respeito e admiro.

É por isso que a nossa força é enorme. Juntos poderemos tocar o planeta Marte e, em menos de dois segundos, estarmos indo para outras galáxias.

Você é mais do que eu quis, mais do que eu pedi e exatamente aquele que eu faço de tudo para merecer possuir pra sempre.

Engraçado que, de coração, eu nunca pedi á Deus que me enviasse alguém como você. Eu pedia simplesmente alguém e Deus me mandou justamente muito mais do que eu esperava...

É uma honra estar ao seu lado... Me sinto grande, forte, guerreira e feliz!!! Deus realmente me ama... Lutador, parceiro, amigo, namorado, cúmplice, amante, esse é você!!! O que seria de minha vida sem a tua chegada e sem a tua entrada??? Difícil precisar. Mas sei que depois de você, eu sou o melhor ser humano que eu posso ser e por você, eu o serei pra sempre!!!

Você é a minha melhor metade... Você é riqueza, poema, chuva em dia de sol, sol em dia chuva, cachorro brincando na grama, carro novo, cinema, água, vento batendo em meu rosto, caridade, alegria, paz, algodão doce...

Nada é melhor do que ser tudo o que sou pra você e sentir tudo o que você é pra mim.

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até a semana que vem, se Deus quiser.

Ih, Falei!

8 de nov de 2011

O Trio

por Marco Nascimento


Apesar de ter sido ele, o jornalista, a fazer o primeiro contato, foi ela, a administradora, que organizou e promoveu o encontro entre os profissionais, que além dos dois, ainda havia a presença da psicóloga.

Os três se encontraram em frente ao local de trabalho da administradora, que por sinal é a mesma empresa da psicóloga, porém prédios diferentes, e onde anos antes conheceram o jornalista.

Como sempre a administradora atrasou-se um pouco, mas este foi um fato pouco relevante, ao fato da saudade que o trio sentia um do outro. Saudade que o caloroso abraço fez diminuir um pouco.

Cada um com seu lanche, no principal e preferido ponto de encontro dos três, os profissionais começaram uma saudosa e produtiva conversa, colocando em dia os assuntos pendentes, rindo do passado, e claro, analisando e discutindo os assuntos atuais da vida de cada um.

Ao longo daqueles minutos em que passaram juntos, percebeu-se que o tempo passou, porém a cumplicidade dos profissionais continua a mesma. Hoje estão mais maduros, mais “crescidos”, mas o carinho que sentem um pelo outro, apesar do tempo distante, ainda é muito forte.

Abraço!

Ih, Falei!

4 de nov de 2011

Amor sem medida!

por Mariana Perez

“Meus bons amigos, onde estão? Notícias de todos, quero saber!”
(Meus bons amigos - Barão Vermelho)


Esses dias estava pensando, ou melhor, me olhando no espelho e constatei que já não tenho mais a mesma medida dos meus 15 anos. (Nossa Mariana! Que descoberta incrível essa sua hein?!).

O engraçado é que há dez anos se eu ficasse uma semana sem jantar, era notável alguns dias para que ficasse com aquela barriga linda... “chata” dos meus sonhos. Hoje se eu fico uma semana sem jantar, é provável que eu fique doente, e engorde por ter ficado uma semana tomando soro.

O fato é que não podemos fugir dessa nossa mudança diária, que me mostra os kg a mais pulando pra fora da calça, e também reafirmar que na proporção que as minhas medidas aumentam, a minha maturidade e auto confiança também... quesitos esses que nem cogitaram existência quando tinha 15 anos.

E é por esse motivo que acho importante reforçar, que não deixarei de comer Big Mac sem picles com o Marco (é o picles que engorda!) e a coxinha de frango do Alameda. Também não recusarei aos 32 convites do Vitor pra comer Burguer King, nem a sensacional panqueca de brócolis com molho de frango na companhia da Fabí, e nem pensar em abandonar a Ana nos “happy hours da vida” degustando de uma deliciosa e gordurenta porção de panceta, porque o que realmente importa são esses poucos e bons momentos na presença de cada um!

Um final de semana iluminado ♥

Ih, Falei!

2 de nov de 2011

Vida Passageira – Ira!

por Fabi Prado


Do alto da montanha ou em um cavalo em verde vale, e tendo o poder de levitar...
É como em um comercial de cigarros na verdade se esquece com uns tragos, sonho difícil de acordar!!!

É quando teus amigos te surpreendem deixando a vida de repente
e não se quer acreditar...
Mas essa vida é passageira e chorar eu sei que é besteira,
mas, meu amigo, não dá prá segurar...
Não dá prá segurar...
Não dá prá segurar...
Não dá prá segurar...
Desculpe meu amigo, mas não dá prá segurar.

Vou dar então um passeio pelas praias da Bahia onde a lua se parece com a bandeira da Turquia...
É o planeta inteiro que respira,
sinais de vida em cada esquina,
tanta gente que se anima...

É quando teus amigos te surpreendem deixando a vida de repente
e não se quer acreditar...
Mas essa vida é passageira e chorar eu sei que é besteira,
mas, meu amigo, não dá prá segurar...
Não dá prá segurar...
Não dá prá segurar...
Não dá prá segurar...
Desculpe meu amigo, mas não dá prá segurar.

Ih, Falei!

1 de nov de 2011

Mudar é preciso!

por Marco Nascimento


Joguei tudo para o alto;
Troquei o certo pelo errado,
ou o errado pelo certo.

Me arrisquei.
Me joguei.
Me reinventei.

Segui o meu caminho;
Busquei a minha verdade;
A minha felicidade.

Me refiz.
Me perdi.
Me encontrei.

Se hoje estou feliz,
é porque um dia fui insano em jogar tudo para alto,
em arriscar.

Mas insano mesmo,
é esperar algo diferente,
naquilo que se faz sempre.

Ih, Falei!

28 de out de 2011

Nosso aniversário!

por Mariana Perez


Eu me lembro como se fosse hoje... e fazem exatamente 5 anos!

Bom, ressalta-se também o fato de que sou uma chatice em pessoa em relação á datas, e essa não poderia ser diferente!

Quando eu cheguei, como toda mudança, fiquei insegura e com medo da reprovação alheia. Um lugar novo, cheio de regras e pessoas me avaliando dos pés á cabeça. Mas o que eu não esperava é que ali estaria um dos meus maiores presentes.

Ele estava ali, bem no canto daquela sala retangular, e não me olhava muito. Sempre concentrado nas suas obrigações, e também porque haveria de olhar pra aquela “chata de nariz empinado” como sempre fui rotulada.

Mas o que nós dois não sabíamos é que nossas vidas não seriam mais as mesmas...

Um dia foi o pedido de um favor, no outro ele mesmo ofereceu ajuda, uma vez que sua rotina de trabalho terminara logo na hora do almoço, em compensação a minha era a partir desse momento que o bicho pegava. Tornamos-nos colegas de trabalho, depois estávamos tomando sorvete ou comendo algo depois das 18h00min juntos... Mas sabíamos que não iria parar por ali...

Viajamos juntos, dançamos, brincamos, rimos e choramos como se fossem duas almas gêmeas unidas pela eternidade...

E justamente isso que nos uni... A cumplicidade quando se sabe que a presença às vezes pode não estar ali, mas alma sempre está à espera de mais um dia de vida pra que se compartilhe!

Um final de semana iluminado ♥

Ih, Falei!

26 de out de 2011

Inveja boa

por Fabi Prado

Nunca pensei que algum dia na minha vida eu fosse admitir isso, mas como já diria Raulzito: “Prefiro ser essa metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo...”, eu não sou uma pessoa de opinião formada. Não são raras as vezes que alguém me convence que eu estou enganada e eu mudo de opinião, coisa que pra mim não é motivo de vergonha. Pelo contrário, é motivo de orgulho.

Outro dia me peguei sentindo “inveja boa” de uma amiga que vai para o Caribe em dezembro. Ah, fala sério, tem coisa melhor que em pleno verão você passar sete dias no Caribe, ao lado de quem você ama, sem maiores preocupações??? Mar transparente, lugar lindo, tranqüilidade, sombra e água fresca... Confesso que por um instante senti vontade de poder ir para o Caribe em dezembro também.

Mas quando digo inveja boa é porque a inveja é boa mesmo. Eu não a invejei no sentido de querer o que ela tem a qualquer custo. Invejei de forma carinhosa: “Poxa vida, que bacana...Como eu gostaria de um dia poder conhecer o Caribe!!!”.
E já me peguei invejando outras pessoas...

Por exemplo, percebi outro dia que eu morro de inveja do corpo da Juliana Paes. Percebi também que eu invejo muito o cabelo da Grazi Massafera... E, aliás, percebi também que tenho uma inveja boa da fortuna do Bill Gates!!! Risos

Não que a “inveja boa” seja permitida sentir, mas quem é que nunca sentiu uma “inveja boa”??? Não agourando ou maldizendo quem se sente, apenas admirando. É uma inveja que não desperta a maldade e sim serve como incentivo.

Digamos que é uma inveja motivacional.

Não quero ter pra mim o corpo da Juliana ou o cabelo da Grazi ou até mesmo a fortuna do Bill, mas admiro-os e isso me incentiva a tentar chegar perto daquilo que eles são ou tem na vida.

Isso é a inveja boa: A inveja que não faz mal nem pra quem sente e nem pra quem é a vítima. A inveja boa é propulsora. Você quer ser igual ou parecido, você usa-a como incentivo. A inveja boa serve para você se espelhar nas conquistas de outras pessoas, logo ela serve para ajudar você a lutar por seus objetivos e não para você querer ser o que o outro é ou para você querer ter o que o outro tem. A inveja boa é na verdade admiração na sua mais pura essência.

Essa é uma inveja que não fere, não derruba e não maltrata. Apenas te levanta, te dá força, coragem e determinação.

E que bom seria se todos fossem capazes de sentir apenas essa inveja...

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até a semana que vem, se Deus quiser.

Ih, Falei!

25 de out de 2011

Morte vida!

por Marco Nascimento


Foi nesta noite de domingo, ao fechar os olhos, que um jovem rapaz de 25 anos se foi, deixando pais, irmão, amigos e muitos sonhos.

Sua morte não foi de repente. Foi aos poucos que seus pedaços foram sendo arrancados. A cada sorriso reprimido, a cada falsidade descoberta, uma parte de seu corpo se desfazia, até chegar o dia em que seu coração parou.

Seus pais só perceberam seu declínio quando a morte foi realmente constatada. Seu irmão pouco viu algo acontecer. Seus amigos até sabiam o que estava acontecendo, mas ninguém pôde conter este estágio fatal. Muitos tentaram prorrogar este tempo, estancar a dor e adiar este fato, mas tudo em vão, a morte foi mais forte, e irrevogável.

Aqueles que o amaram de verdade, sentiram sua partida, e agora o tem sempre no coração, fazendo com que ele permaneça sempre vivo para eles. Aqueles que fingiam o amar sentiram sua perda, mas hoje não sentem mais sua falta. Aqueles que não gostavam do jovem rapaz, nem perceberam sua partida.

E como um milagre, no dia seguinte, ao abrir os olhos, sua vida recomeçou. Uma nova chance foi dada ao rapaz que ainda tem sonhos a serem realizados, sentimentos a serem vividos e amor a ser distribuído.

Sua verdade foi renovada, e aqueles sentimentos que o mataram foram extintos de uma vez, e agora, reviveu com mais vontade de viver e lutar pelo que quer.

Hoje, este jovem rapaz sabe que sua felicidade depende apenas dele, mas que sozinho não há como viver. Por isso, irá sempre sorrir, buscando seu caminho, sem deixar as pessoas de bem sair de seu lado.

Abraços!

Ih, Falei!

19 de out de 2011

Generosidade: Passe adiante!

por Fabi Prado

Em homenagem ao dia dos professores que foi comemorado timidamente no último dia 15, vou transpor aqui um texto que uma professora de português da 5ª série passou para nós acentuarmos e também, é claro, um texto que serviu como aprendizado para todos aqueles jovens adolescentes, recém-saídos da infância.

Lembro-me como se fosse hoje, a lição que tirei do texto. O que ele dizia era mais ou menos assim:

“Sr. Antonio morava em um bairro da Zona Sul de São Paulo. Em seu quarteirão, como não poderia deixar de ser, todos os vizinhos eram, assim como o Sr. Antonio, bastante “endinheirados”.

 Eis que certa vez, num mês de janeiro qualquer, com todos do quarteirão viajando, ocorreu um “arrastão” (naquela época ainda não se usava esse nome pra roubos em massa) em quase todas as casas do quarteirão, certamente algo premeditado por uma esperta e ardilosa quadrilha.

Mas algo chamou a atenção da polícia e da vizinhança. A única casa que não havia sido assaltada era a do Sr. Antonio. O mais intrigante é que Sr. Antonio era tão ou mais rico que todos os demais vizinhos que tiveram suas casas dilaceradas pelos ladrões e a casa dele lá, intacta.
Sr. Antonio ficou muito ressabiado, tinha a certeza de que a mesma quadrilha voltaria e assaltaria somente a sua casa, a única casa que restou, mas ao mesmo tempo ficou indignado: Como poderia apenas ele ter sido poupado da crueldade voraz dos meliantes?

A imprensa, como não poderia deixar de ser, sensacionalista desde sempre, ao saber de tal curiosidade, foi atrás do Sr. Antonio para saber o que o fez diferente a ponto de não ter a casa devastada. Sr. Antonio em sua ingenuidade quase infantil repetiu para os tanto repórteres que ali estavam a cercá-lo: “Olha, eu também não sei por que a minha casa foi à única do quarteirão a não ser roubada e assim como vocês, eu gostaria de saber. Se alguém souber dizer-me as razões disso, por favor, diga”.

Passados alguns dias, Sr. Antonio, como fazia em todas as manhãs, foi até a sua caixa de correspondência verificar se tinha algum boleto, carta ou panfleto e lá estava um bilhete escrito em verdadeiros garranchos num papel de pão sujo e meio amassado:

‘Sr. Antonio, esse bilhete é pra dizer pro senhor porque não roubaram a sua casa e o motivo é bem simples. Aqui desse quarteirão Sr. Antonio, o senhor e a sua família são os únicos que nunca negaram a mim e aos meus filhos um prato de comida, um copo de água, um agasalho, um mantimento, uma palavra ou um pouco de atenção. O senhor e sua família sempre sorriem para mim e para meus filhos e cumprimentam a mim e a minha família com educação. Até quando pedi ao senhor que me desse uns trocados pra tomar a minha cachacinha rotineira o senhor nunca negou, apesar de me dar os trocados resmungando porque eu estava indo ‘encher a cara e isso não é bom’. O senhor, Sr. Antonio, e a sua família sempre me trataram com respeito e dignidade. O senhor, Sr. Antonio, é generoso e por conta da sua generosidade, toda a sua família aprendeu a ser generosa e pela sua generosidade, eu seria incapaz de permitir que alguém fizesse mal ao senhor ou a algum deles. Quem roubou o quarteirão é conhecido meu e eu lhe implorei pra poupar a sua residência porque o senhor é um homem bom que não merecia isso. Não quero nada em troca Sr. Antonio, apenas continue sendo generoso. Isso já basta. Assinado: Mário’.

E por isso Sr. Antonio ficou feliz, afinal pelo menos alguém além de seus filhos e esposa havia aprendido a ser generoso diante da sua generosidade”.

O real motivo da casa do Sr. Antonio ter sido poupada, de fato, ninguém nunca teve certeza.

A única e essencial certeza é que a bondade do Sr. Antonio com aquele “pedinte”, freguês de longa data, não apenas salvou a sua casa de ser assaltada como também mostrava lhe com clareza que a sua generosidade havia sido ensinada a alguém.

Generosidade: Passe adiante!

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até a semana que vem, se Deus quiser.

Ih, Falei!

18 de out de 2011

Vovó

por Marco Nascimento


O seu olhar parado, sua imobilidade em cima da cama, só me fez questionar como uma pessoa tão enérgica pôde um dia chegar a este estágio na vida. Ainda me questiono, será que você sofre por isso?

Não consegui ficar nem 10 minutos te vendo nesta situação, mas neste pouco tempo que fiquei te observando, um filme passou por minha mente.

São pouco mais de vinte e cinco anos de convivência, onde a maior parte dele é sabendo que você acorda cedo, antes do galo cantar, e com uma disposição jamais vista, começa a limpar a casa, todo o santo dia, para ter seu cantinho arrumado.

Aos domingo, dia de descanso para muitos, está lá você, toda enérgica, preocupada com as visitas que irão chegar. Com a casa arrumada, preocupa-se agora com o que servir no almoço. Para agradar, compra refrigerante, bebida que você mesma não toma, e nem compra durante a semana, mas aos domingos, que recebe os netos e as filhas, faz o dia ser especial, por isso merece um guaraná comprado no bar do João.

Durante a semana, quando está só, fica entre suas orações. Fiel a Deus, sabe que ele nunca o abandonará, e procura sempre transmitir sua palavra de fé. Disposta a aprender a ler e escrever, pois não teve a oportunidade quando em sua fase de criança e adolescência, seu caderno e lápis são companheiros diários. As dúvidas da semana são sanadas aos finais de semanas com os netos.

Hoje, estas na cama, sem poder andar como antes, sem poder falar como antigamente, tendo que ser cuidada pelos outros. Tenho certeza que você não queria que fosse desta forma, mas talvez tenha sido assim, que Deus decidiu que você teria todo o cuidado, antes dispensado aos outros.

Sua história de vida emociona, sua força de vontade é inspiradora, sua vontade de aprender é animadora, sua atual condição de vida é de entristecer, mas você, minha vovó, terá sempre seu lugar em meu coração, e o filme de sua vida, será em minha mente, sempre aquele que você tem um sorriso no rosto.

Abraços!

Ih, Falei!

14 de out de 2011

por Mariana Perez

“E aqueles que foram vistos dançando, foram chamados de insanos por aqueles que não podiam escutar a música”
(Nietzsche)


Passei por uma fase muito interessante da minha vida, e nem faz tanto tempo assim, às vezes eu até volto aquele mundo ilusório, mas sempre acabo voltando pro real... Primeiro que as minhas costas e pernas já não têm mais a mesma força (puxa, e eu só tenho 24 anos!) e na segunda-feira tenho que ir para meu árduo “lazer” diário, logo, vai chegando um momento próximo ao fim do domingo, que todas minhas responsabilidades começam a ficarem mais reais do que nunca.

Gosto muito dessas festas onde as pessoas dançam, celebram a música sem se preocupar com a roupa que a fulana veste, ou o saldo bancário do beltrano ali a diante.

A harmonia, as cores, o som é celebrado de uma forma que só mesmo quem já foi sabe exatamente o que estou dizendo. A celebração da paz e da companhia do outro.

Darei um tempo desse mundo de loucura, sumir por uns tempos... Sumirei de novo! Não que eu não sinta falta da alegria contagiante envolvida nesse meio, e não me importando com o preconceito dos que tem à parte... Celebrem a vida... Escutem com o coração! Como diz meu preferido Nietzsche “a música é o silêncio em movimento”...!!!

Um final de semana iluminado ♥

Ih, Falei!

13 de out de 2011

Você promete?

por Marco Nascimento


Ainda não consigo utilizar das palavras pra dizer quanta falta já sinto de você.

Só meus olhos conseguem dizer, através de lágrimas, quanta falta você vai me fazer.

Vá, busque seu caminho, realize seu sonho, conheça gente nova, faça amigos, beba, divirta-se, dance, pule, cante, troque SMS, seja feliz...

Mas por favor, só me prometa duas coisas: “Não me esqueça, e um dia, volte pra mim”.

Você promete?

Abraços!

Ih, Falei!

12 de out de 2011

O adeus que eu não pude dar

por Fabi Prado


Algum dia no começo de fevereiro de 1999 eu o conheci...

Éramos estranhos. Aliás, todos ali na sala de aula éramos estranhos uns aos outros.

Primeiro dia de aula, faculdade, diferente de tudo que a maioria ali já tinha vivido. Um misto de ansiedade e medo tomava conta da gente.

Cada um que entrava se olhava, se cumprimentava timidamente, alguns arriscavam puxar um papo aqui, outro acolá...

Eis que entraram dois “japas”, irmãos por sinal, que claro, chamaram a atenção... Um deles principalmente pelo nome... Um nome próprio italianíssimo com sobrenome oriental. Acho que ninguém ali jamais tinha visto algo do tipo.

O tempo foi passando e fomos ficando amigos, formamos uma turma do fundão com meia dúzia de jovens futuros economistas e sonhadores. Ele namorou e casou com uma colega nossa de faculdade e adivinhem: Fui eu quem “arrumei” para os dois ficarem juntos pela primeira vez! Sugeri que ele fosse levá-la embora a pé, já que ela morava há poucas quadras da ITE. E no caminho, aconteceu!

E a amizade e o companheirismo só cresciam. As provas, trabalhos, as aulas, as cervejas, as aulas matadas pra ficarmos “jogando conversa fora”, os churrascos, as festas, a amizade...

Época plena que guardo com imensa saudade, uma doce e suave recordação eterna.

Na última quinta-feira, infelizmente uma notícia triste tomou conta de mim. Ao ler como de praxe, semanalmente, o obituário das Organizações Terra Branca, eis que li o seu nome... O nome italianíssimo com sobrenome oriental.

Eu não quis acreditar... Por um minuto me remeti ao primeiro dia de aula... O semblante sorridente, jovial e tranqüilo... Os papos pelos corredores da ITE, as cervejas, os churrascos, as provas e trabalhos, a espontaneidade, o otimismo, a vontade de viver...

Lembrei-me imediatamente de uma história que li certa vez sobre a morte de uma das irmãs do padre Fábio de Mello. Ela morreu de acidente e ele conta no texto que “se ele soubesse que ele nunca mais a veria, ele teria dado adeus a ela da última vez que a viu...”.

Meus olhos insistiram em chorar... Chorar um choro tão doloroso, tão indignado, tão triste que me deu até tremedeira na hora... Como ele poderia estar morto? O nosso querido amigo de convivência tão fraterna e agradável, e tão jovem! 30 anos... Meu Deus, quanta vida pela frente ainda lhe restava!

Procurei me informar sobre as causas com outros amigos da época da faculdade e encontrei ainda mais indignação pela surpresa de tamanha prematuridade em sua morte.

Fui deitar-me naquela noite com uma única certeza: Era cedo demais pra acontecer o que havia acontecido e depois de alguns instantes de revolta pura e mil questionamentos. Voltei á realidade e percebi que não devo julgar os desígnios do Pai por mais indignação que me tragam.

Meu travesseiro ficou molhado com as lágrimas, lágrimas justas, cheias de saudade e lembranças de uma pessoa que fez parte de uma época linda na minha vida e na vida de todos os meus colegas de ITE entre 1999 e 2003: A época da faculdade.

E é com lágrimas nos olhos que termino o meu texto de hoje, deixando aqui registrada a minha homenagem ao grande Dante Iwamoto, o único japonês com nome próprio italianíssimo que eu conheci na vida.

Meu grande colega de faculdade, amigo de sorriso fácil e despretensioso, fique em paz. Lamento muito a sua tão prematura ida.

Amigos, findo-me por aqui. Aquele abraço e até a semana que vem, se Deus quiser.

Ih, Falei!