18 de nov de 2011

Índice satisfação de coxinha!

por Mariana Perez


Acho muito frustrante chegar a uma festa e descobrir que não tem coxinha. Eliminem a cerveja, o bolo de aniversário, que seja, mas não a coxinha! Em compensação, poucas situações são tão aliviantes quanto à de estar numa festa cheia de comida antipática e avistar um garçom trazendo uma farta bandeja de coxinhas.

O garçom encarregado das coxinhas tem toda a minha atenção e meus olhares. É um príncipe. O guardião do tesouro. Se a coxinha for de catupiry, me deixa tentada a cometer suborno. Se tiver muita massa, penso em deixar os escrúpulos de lado e fazer um caixa dois da delícia na minha mesa.

Porque a massa da coxinha é de comer rezando um rosário de joelhos no milho. Sério. Quem inventou a massa da coxinha? O povo fica aí dando prêmio Nobel de Física pro moço que decidiu estudar uma coisa chamada grafeno e despreza esse gênio da gastronomia. É por apreciar tanto essa massa dos deuses que defendo a teoria de que o correto é começar a comer a coxinha pela parte maior. Assim, deixamos aquela pontinha de paraíso pro final.

Porque coxinha é sucesso. Já nem falo do sabor que está ficando repetitivo. Falo das curvinhas de deixar Niemeyer com inveja. Já viu algum salgadinho com design mais fofo? Falo da sonoridade cômica da palavra. Experimente falar “coxinha” no meio de uma briga. Certeza que a discussão vira risada... Mas é irresistível. Desculpe-me, gente. Coxinha é irresistível.

Um final de semana iluminado ♥

Ih, Falei!

Um comentário:

  1. Coxinha é o que é há amiga...Adorei a sua "homenagem" as coxinhas de festa...Risos
    Beijos

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