11 de jan de 2011

Na balada

por Marco Nascimento

Viver, e não ter a vergonha de ser feliz.
Cantar e cantar e cantar, a beleza de ser um eterno aprendiz.
(O Que É, O Que É? – Gonzaguinha)


O relógio já marcava 00:15. Na cabeça a vontade de sair. E no telefone um convite tentador:

- Vamos na Lab?

Aquela fala parecia soar como música em meus ouvidos. E era isso que eu queria e precisava, de música. Meu pensamento por um minuto parou e eu só me via dançando, “lavando” minha alma com o suor que descia pelo meu corpo. Era como se fosse uma terapia, um alívio, um grito de liberdade...

Meu sim veio segundos depois.

A chuva que caia lá fora nem me preocupava mais. O horário era o de menos. O que eu mais queria era dançar, dançar e dançar.

Poucos minutos depois daquela ligação eu estava na melhor pista de dança. Aquele som parecia entrar pela minha corrente sanguínea e não me deixava ficar parado. A cada música uma alegria diferente, uma nova descarga de emoção e eu um pouco mais revigorado.

Música. Dança. Amigos. Risadas. Sorrisos. Cansaço. Suor. Tudo junto e misturado. No fim, alma lavada. Problemas esquecidos. E a certeza de ter sido um pouco mais feliz.

Dance, pule, divirta-se. Não ligue se esteja ou não no ritmo. Se sabe ou não dançar. Se conhece ou não a música. O importante é ser feliz e mais nada...

Abraços!

*Lab é como chamamos a boate Labirinthus, que fica na cidade de Bauru, SP.

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